fim-de-semana histórico

Sábado, 17 de Setembro

Visita à Feira Setecentista de Queluz: A feira decorreu entre os dias 16 e 18 de Setembro, perto da Pousada D. Maria I e do Palácio Nacional de Queluz. Aproveitei para comer um crepe Princesa (chocolate), comprar um frasco de chá e um marcador de livros, provar o licor do Amor e divertir-me em família. Deixo-vos com os registos fotográficos da Canon EOS 1000D, da White Slim Angel  e da amora.


Domingo, 18 de Setembro

Visita em família ao Palácio Nacional de Queluz: Lá em casa, o dia começou cedo. Fomos visitar o interior e os jardins do histórico Palácio Nacional de Queluz. Já vivi momentos felizes neste lugar e nas redondezas. Os meus pais casaram na capela do Palácio e até um dos meus saraus de ginástica acrobática teve lugar nos jardins que o ladeiam. Foi uma manhã passada em família. Levei a minha câmara instantânea Fujifilm Instax 210 e captei uma imagem nos jardins, tendo uma das suas fontes como elemento de destaque. Aproveitei ainda para comprar três marcadores de livros e um lápis com uma ilustração da realeza.


Lanche no Botequim e passeio por Lisboa: À tarde, levei os meus amigos Marcos, Patrícia e Catarina a lanchar ao Botequim, no Largo da Graça, o bar fundado pela escritora Natália Correia, em 1971. Apanhámos o eléctrico 28 na Rua da Conceição e percorremos as vielas de uma cidade que pulsa. Entre conversas literárias, recordações e partilha de sorrisos, deliciámos-nos com as maravilhosas tostas e sumos naturais da casa, com as combinações ideais de ingredientes. As mesas estão decoradas com páginas envelhecidas do Jornal de Letras e Ideias, as estantes são guardiãs dos livros que preencheram a nossa infância e de bibelots que nos transportam para a casa das nossas avós. O espaço não poderia ser mais acolhedor, saudosista e propício a tertúlias culturais. É, sem dúvida, um dos meus recantos preferidos da Lisboa menina e moça. Da Graça, vejo-a "nua", como diria Ary dos Santos.
Depois de um lanche que aqueceu a barriga e o coração, aproveitámos para visitar o Miradouro de Sophia de Mello Breyner Andresen, situado junto à Igreja da Graça. Ali temos uma vista privilegiada da cidade das sete colinas. 
Passámos pelo Panteão Nacional e partimos à aventura pelas ruas de Alfama, onde descansámos o olhar. A páginas tantas, fomos conduzidos para um lugar secreto, quase que perdido no tempo, de onde podíamos contemplar o rio Tejo em todo o seu esplendor. Continuámos a descer, desfiando uma manta de retalhos de tradições e história. E já na Praça Campo das Cebolas, parámos para ver a oliveira centenária de José Saramago, trazida da sua aldeia-natal, Azinhaga do Ribatejo, um ano após a sua morte. 
A cidade recebeu-nos de braços abertos e prometemos-lhe que voltaríamos a combinar mais visitas às suas ramificações. Por isso, resta-nos deixar-lhe um até breve, cidade mulher da nossa vida.


Banda sonora:

Sem comentários:

Enviar um comentário

Instagram